Quero mudar. Por onde devo começar?

Muitas pessoas iniciam a prática de Yoga no momento em que chegam a um ponto de ruptura nas suas vidas. Pode ser um divórcio, problemas no trabalho, stress, exaustão ou até uma doença grave.

Não há nada de errado nisso. Afinal chegar a um ponto de ruptura significa necessidade de mudar, de transformar algo que não está assim tão bem nas nossas vidas. E o Yoga pode ter papel fundamental nisso, já que o maior ensinamento desta filosofia de vida é a auto-observação.

Nas sociedades modernas somos ensinados a assumir inúmeras responsabilidades. Um adulto tem de gerir uma carreira profissional, a casa, os filhos, a logística da família, etc.. Mas ninguém nos ensina a assumir responsabilidade pela nossa saúde física e mental.

Existem algumas coisas simples e bem básicas que nos ajudam a estar bem física e mentalmente e que produzem um impacto enorme em tudo o resto!

  • Durma Bem – Um sono regenerador tem um grande impacto na nossa performance cognitiva e física e também na forma como nos alimentamos. Dormir pouco faz com que o cérebro pense que precisamos de mais energia e isso vai causar o aumento da ingestão calórica ao longo do dia e uma apetência maior por alimentos de pior qualidade e bebidas estimulantes. Além disso, dormir pouco deixa-nos menos criativos, mais stressados e com maior propensão para a irritabilidade.
  • Coma Bem – A alimentação tem um grande impacto nos nossos níveis de energia e claro na nossa saúde. A má alimentação é hoje em dia vista como causa de insucesso escolar, obesidade e doenças.
  • Beba água – Sabia que os  nossos músculos são 75% de água, o nosso sangue é 82% de água, os nossos pulmões são 90% de água e o nosso cérebro é 76% de água. Já imaginou o que a falta de água pode fazer ao seu corpo?
  • Mova o seu corpo – A Organização Mundial de Saúde considera que a falta de actividade física é o quarto factor de risco para a mortalidade global e este parece ter um efeito comparável ao tabagismo e à obesidade. Não pense apenas em ficar em forma ou em trabalhar o corpo para o verão. Lembre-se que a actividade física é uma das melhores formas de combater o stress e ajuda-o a sentir-se bem no seu corpo. Experimente o Yoga!

Da próxima vez que pensar “não sei o que fazer à minha vida”, faça uma análise a estes quatro tópicos. Estabeleça um plano para melhorar cada um deles. Vai ver que daqui a umas semanas a sua força e clareza mental serão outras e certamente estará capaz de gerir melhor as suas responsabilidades.

 

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Yôga & Qualidade de vida

A expressão “Qualidade de vida” está na ordem do dia e representa um desafio para muitos de nós.  A qualidade de vida engloba, saúde física, mental, espiritual, equilíbrio entre vida profissional e pessoal, boas relações humanas, alimentação, actividade física, educação etc.

Obter qualidade de vida pressupõe adoptar hábitos saudáveis tais como, cuidar da alimentação, praticar exercício físico, reservar tempo para cultura e lazer e também para os amigos e família, obter satisfação profissional etc..

Todos nós temos hábitos diários, alguns hábitos são bons e contribuem para a nossa qualidade de vida,e outros nem por isso.

Os nossos dias são agitados e super ocupados. Quantas vezes não chegamos ao final do dia com a sensação de que não o fizemos o melhor por nós?

Que tal fazer uma lista de pequenos hábitos que queres conquistar  e que te vão ajudar a melhorar a tua qualidade de vida?

1. Praticar Yôga
2. …..
3. …..
4. …..
5. ….

Yôga is...an everyday Practice to be your

Praticar Yôga pode contribuir e muito para a tua qualidade de vida.

  • O Yôga contribui para o bem estar emocional, pois ajuda-nos a aliviar a ansiedade e o stress, deixa-nos mais focados e isso reflecte-se positivamente em diversos outros aspectos do dia-a-dia, tais como família, trabalho e relações pessoais.
  • O Yôga trabalha intensamente o corpo, aumenta a força, a flexibilidade, rejuvenesce e deixa-nos em forma.
Casa do Yôga
Rua Bernardo Sequeira, 157  :: 4715-010 Braga
Telemóvel 938 321 482 ou 962 779 039
escola@yogabraga.com   ::  www.yogabraga.com
Horário para visita: segunda a sexta, das 11h às 13 e das 15h  às 20h

Tribo Clean

O que é a tribo clean?

“Tribo clean” é a expressão que me parece mais adequada para designar um segmento de público de todas as idades, mas especialmente jovem, que adota um modo de vida leve, descontraído, espontâneo, saudável, que aprecia manter seu corpo desintoxicado e a natureza preservada. Trata-se de pessoas que amam os animais, que são da paz e são do bem, pessoas que gostam de cultivar a qualidade de vida.
Essa é a nossa maneira de propor um mundo justo e perfeito.

DeRose

Esta é a nossa tribo:

Nossa definição de Qualidade de Vida
Qualidade de vida é tornar sua existência descomplicada, é fazer o que lhe dá prazer, com alegria, saúde e bem-estar, com boa alimentação, boa forma e boa cabeça.

Qualidade de vida é relacionar-se de maneira descontraída, ética e responsável com o meio socio-cultural, procurando compartilhar e interagir, agregando sempre generosidade, elegância, respeito e carinho às nossas relações humanas mediante adoção de um conjunto de valores que incluem boa cultura, boa civilidade e boa educação.

Qualidade de vida é adotar uma visão de mundo que nos motive a buscar o desenvolvimento e aprimoramento continuo, conquistando a nossa excelência através do estudo, dos ideais e do autoconhecimento.

Qualidade de vida é manter um padrão de gasto de dois degraus abaixo do que você ganha. É residir perto do trabalho. É alimentar-se com frugalidade. É conseguir extrair satisfação de todas as coisas. É esbanjar o seu tempo dando atenção aos amigos e aos conhecidos. É dar flores à pessoa amada. É não se deixar abalar pelos percalços da vida. É amar com franqueza e perdoar com sinceridade.

Estes são os nossos valores.

O hábito faz o homem

Nos últimos anos tenho refletido bastante sobre a relação entre qualidade de vida e percepção do tempo. Minha busca por harmonizar estes dois vetores primordiais para uma vida com qualidade , desembocaram em muito estudo, pesquisa e finalmente um livro denominado: O Método DeRose e a Gestão do Tempo cujo trecho compartilho aqui e que fala sobre condicionamentos.

katikásana

 Por que somos condicionados

Na natureza, todo condicionamento tem o intuito de manter o bom funcionamento biológico de cada indivíduo e de toda uma espécie, garantindo-lhe sobrevivência e reprodução.

Recebemos, no nascimento, um kit de condicionamentos genéticos inatos, que permitem a continuidade da vida para a maioria de bebês humanos. Depois, pais, irmãos, amigos e preceptores continuam os nossos processos para o condicionamento, denominado de educação.

A função dos condicionamentos é preditiva: serve para antecipar a resposta de prazer ou alertar sobre plausíveis perigos, ou seja, de garantir que continuemos vivos.

Eles serão sempre moldados pelo local, tempo e grupo cultural. Tem, entre outros empregos, garantir o ajustamento do indivíduo ao meio social, de forma que este lhe garanta segurança e proteção.

Um condicionamento novo é neurologicamente, um reflexo condicionado temporário e que, se considerado importante, será reproduzido tantas vezes quanto acharmos necessário, consciente ou inconscientemente. Tornar-se-á então um reflexo condicionado duradouro. A partir daí, poderemos voltar-nos para outros aprendizados, pois este já está inserido, transformando-se num hábito.

O hábito

Os hábitos, bons ou ruins, preenchem uma série inumerável de necessidades humanas, físicas e psíquicas, reais ou imaginárias, que integram a existência. Automatizados, regem o nosso cotidiano e deixam a vida mais fácil, possibilitando que possamos fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo, como por exemplo, dirigir, ouvir rádio e ainda conversar.

A desvantagem do hábito é que uma vez assimilado, treinado, ele molda o nosso comportamento, ou seja, fazemos, pensamos, sentimos e cremos sempre do mesmo jeito. E resistimos conscientes, mas principal-mente inconscientemente, às mudanças.

A administração do tempo inclui o aprendizado de novos condicionamentos, alterando hábitos arraigados, que resistirão bravamente a serem substituídos por outros, mais inteligentes.

O círculo vicioso do hábito

Imaginemos uma situação na qual queremos emagrecer. E resolvemos que a melhor forma é a adoção de uma dieta alimentar de baixo consumo calórico combinada com atividade física moderada. Esta associação normalmente funciona muito bem para quem deseja perder peso. Consultamos um nutricionista e um fisiatra, que nos orientam sobre a adoção de novos hábitos alimentares e de exercitação física.

Como primatas inquietos e curiosos que somos, adoramos novidades. Por isso, os primeiros dias de dieta correm maravilhosamente bem. Sentimo-nos felizes e orgulhosos de nossa determinação, disciplina e os resultados já podem ser notados.

Porém, alguns dias depois, alguns velhos hábitos estabelecidos, sentindo-se ameaçados, encetam a manifestar-se. Para isso, utilizam-se de um artifí-cio sutil, discreto, mas poderoso: a exceção.

É quando condescendemos, e comemos uma pequena guloseima. Aliás, duas guloseimas, pois elas são umas delícias e são tão pequenas.

– Com certeza, não influenciarão na dieta. – nos enganamos. E depois, está muito calor e os amigos convidaram-me para um happy hour. – Segunda-feira eu volto a caminhar e fazer a dieta.

E assim, os antigos hábitos voltam a dominar a cena comportamental. Consciente, e mais ainda inconscientemente, todas as vezes que desistimos de uma resolução, como da adotação de novos hábitos que consideramos mais inteligentes, o resultado é uma grande frustração e, conseqüentemente, a redução da auto-estima.

Isto gera um círculo vicioso comportamental que reforça a estagnação, a resistência à mudança e a conservação dos hábitos arraigados.

Cultivar atos de poder

Como vimos, condicionar é sujeitar a vontade a um determinismo; sugestionar, convencer, persuadir (Dicion. Houaiss). A vida humana em grupo, embora seja uma vantagem evolutiva, submete, sistematicamente, a vontade às regras e normas. Esta dominação decisivamente diminui as chances do macaco-humano manter-se conectado com sua individualidade, minando nele o impulso criativo, a coragem mamífera inata, a curiosidade congênita e as suas habilidades comunicativas.

Portanto, não devemos nos surpreender ao nos depararmos com uma espécie com tanta baixa auto-estima como a nossa. De forma subliminar, é identificado na cultura humana um mecanismo inibidor para sabotar a superação dos limites.

O motivo é que esta sobrepujança aos condicionamentos representa potência e transcendência às regras e normas, sendo o indivíduo livre visto como uma possível ameaça à estabilidade individual e tribal dos membros de um determinado grupo social.

Aprender a mudar hábitos produz disciplina e resgata a vontade, conduzindo-nos a um novo degrau de comando sobre os condicionamentos, substituindo-os por novos, mais inteligentes, construindo uma espiral de gratificação, auto-estima e evolução comportamental. Gera potência.

O segredo é iniciar com mudanças de hábitos aparentemente insignifican-tes, como não deixar mais a cueca no chão, a calcinha pendurada na torneira do chuveiro ou sempre usar o cinto de segurança ao subir no carro.

Mas a diferença é que, uma vez que tenhamos assumido o compromisso de realizar esta pequena mudança comportamental, jamais reproduziremos o hábito antigo.

Algumas semanas depois, com as novas atitudes sedimentadas, substi-tuiremos alguns outros poucos comportamentos condicionados sem importância. E não repetiremos a antiga maneira de fazer aquelas coisas. Chamamos a esta nova maneira de realizar nossas tarefas de Atos de Poder.

Os efeitos dos atos de poder

Adotando progressivamente novos hábitos, em pouco tempo se descobrirá que o segredo de mudar um costume está em discipliná-lo. A disciplina produzirá eficácia para fazer qualquer mudança e quebrar condicionamentos repressivos, inibidores da criatividade e coragem, ampliando o espectro de oportunidades e escolhas evolutivas e inteligentes.

Um dos efeitos mais visíveis quando passamos a cultivar atos de poder, é o desabrochar da consciência de valor.

Valor é a plena consciência de nossas habilidades e talentos. Também é definido como a qualidade humana de natureza física, intelectual ou moral, que desperta admiração ou respeito; condição excepcional; talento, habilidade, maestria.

Adquirir esta consciência é conquistar conhecimento do que somos, e não apenas do que temos. Quanto mais nos conhecermos, mais valor outorgamos a cada momento da nossa vida. Tudo se torna uma experiência única de autoconhecimento, auto-superação, acordando todos os dias para novas habilidades até então desconhecidas dentro de nós.

O desdobramento desta percepção é uma elevada auto-estima e o início efetivo da gestão do tempo.

A gestão do tempo, por sua vez, desembocará na conquista de um bem muito precioso: o Banco de Tempo.

Você já percebeu que a grande maioria das pessoas alega que não cuida do corpo por absoluta falta de tempo? Pois com a administração do tempo criamos um espaço na nossa agenda de compromissos e tarefas para prestar atenção no nosso organismo, conquistando a tão almejada, falada e pouco cultivada qualidade de vida.

Desta forma, criamos um círculo virtuoso dos atos de poder, numa espiral ascendente de evolução, saúde, controle de stress, elevada auto-estima, percepção de valor e autoconhecimento.

Prof. Jóris Marengo, Presidente da Federação Método DeRose de Santa Catarina

Retirado de: Blog do Jojó

Descomplicar a existência

“Qualidade de vida é tornar sua existência descomplicada; é fazer o que lhe dá prazer, com alegria, saúde e bem-estar” – DeRose

Seria irreal e um tanto imaturo acreditar que podemos nos abster dos percalços da vida, entretanto, descomplicar a existência e as formas que utilizamos para administrar um embaraço, é uma questão de escolha e posicionamento perante as circunstâncias.
Por mais que consideremos vivenciar uma experiência turbulenta como algo indigno de nós, as adversidades não deixarão de existir. Pelo contrário, os obstáculos estão sempre ao nosso redor sacudindo nossas estruturas para transformar nossos paradigmas mais profundos e reavivar a nossa capacidade de realizar.
É importante acreditar que as coisas podem ter um final positivo, por uma razão bastante simples: porque é possível. Mas, para isso, é preciso despertar uma interna e profunda convicção acerca das nossas reais capacidades. Uma atitude crucial para consolidar essa mudança é aprender a perceber que nos problemas estão encerradas as nossas mais preciosas oportunidades de crescimento.

O prazer de agir

Ao invés de ficarmos trôpegos ou paralisados perante o infortúnio, lamentando-nos pelo revés, podemos nos sentir privilegiados a cada desafio. É isso mesmo, sentirmo-nos privilegiados por ter problemas!
Se uma determinada situação chega às nossas mãos, certamente é porque somos fortes, eficientes e capazes para administrá-la. Encará-la de frente, sem temer, fingir ou fugir é a grande oportunidade de aprender e mudar. Assumindo a responsabilidade por fazer diferente conquistamos novas habilidades para reconstruir nosso castelo em um alicerce ainda mais firme.
A realidade nada mais é do que a leitura que se faz dela. Manter o coração confiante perante as intempéries e extrair contentamento de todas as situações é descomplicar a existência. Isso nos permite preservar a estabilidade interna mesmo nos maiores vendavais. A cada bonança conquistada, a manhã de sol será ainda mais linda.

Dicas:

1. Simplifique. Estabelecer prioridades e cumpri-las é importante para o seu crescimento e estabilidade.
2. Aprenda a dizer não e a colocar limites de forma cordial e elegante, sem se justificar.
3. Querer agradar a todos é o primeiro passo para dispersar sua atenção de seus objetivos.
4. Avalie “o que” precisa ser feito para desenvolver a habilidade de “como” fazer.
5. Desenvolva proatividade no momento de adversidade.
6. Assuma a responsabilidade por fazer as coisas acontecerem.
7. Quem fica parado afunda, mova-se.
8. Adote uma metodologia de aprimoramento pessoal que desenvolva suas habilidades através da boa alimentação, boa forma e boa cabeça.
9. Descubra seus talentos e acredite naquilo que encontra eco em seu coração.

Texto da Instrutora Fernanda Monteforte

Bravo não é quem sente medo, é quem o vence

O nosso medo mais profundo, não é de que sejamos inadequados. O nosso medo mais profundo, é que sejamos poderosos demais. É a nossa luz, não a nossa escuridão o que mais nos assusta. Nós nos perguntamos: ” Quem sou eu para ser brilhante, alegre, cheio de talentos e fabuloso?”

Na verdade, quem é você para não o ser? Você é um filho de Deus. Fazer menos do que pode não serve o mundo. Não há nada de luminoso no facto de se encolher para que outras pessoas se sintam tão inseguras com você.

Nascemos para manifestar a glória de Deus que está dentro de nós. Ela está não só em alguns de nós, está em todos nós. E à medida que deixamos nossa própria luz brilhar, inconscientemente damos permissão aos outros para fazerem o mesmo.

Nelson Mandela, discurso de tomada de posse em 1994