Sessão de Meditação – Evento solidário

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Evento: Sessão de Meditação

Data: sábado, 18 de Fevereiro
Hora: 18h00
Contribuição: um produto de higiene pessoal para a IV edição da Braga Street Store (The Street Store Portugal)

Descrição:
Iniciaremos com a prática da saudação ao sol, faremos um breve exercício de descontração e terminamos com um exercício de meditação guiada. Não é necessário ter experiência prévia em meditação.
Vagas limitadas.

Inscrições: escola@yogabraga.com  ou 938 321 482

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Em Novembro…

Quando começas a praticar Yôga ganhas força, flexibilidade, aprendes a fazer inversões, retroflexões e equilíbrios – mas isso são extras. Não são o objectivo da prática, nem a razão pela qual regressas às aulas.

À medida que ganhas força sobre as mãos para te equilibrares nos musculares, ganhas força para enfrentar qualquer desafio. À medida que descontrais as ancas, as coxas, os ombros libertas-te do medo, da tristeza, da frustração. Quando executas as posições invertidas, conquistas cada vez mais o teu amor-próprio.

Isto é a prática, a descoberta do nosso verdadeiro potencial!

Chegou novembro, o frio e a chuva já se fazem sentir. Os dias estão mais curtos e certamente sentes uma vontade de maior recolhimento, de ficar mais tempo em casa. Que tal dedicares um pouco do teu tempo livre à tua prática pessoal de Yôga?! Praticar em grupo é óptimo, mas aperfeiçoar a nossa prática pessoal é fundamental para descobrires o teu verdadeiro potencial. Os nossos instrutores estão disponíveis para te ajudar a criar uma prática personalizada.

Yôga is...an everyday Practice to be your

Aqui na escola, o mês está cheio de actividades que vão certamente fazer a diferença no teu desenvolvimento pessoal. Na te esqueças de ver a nossa agenda mensal.

Acompanhem todas novidades na nossa página no Facebook e no Instagram. Deliciem-se com receitas vegetarianas no Blog e aproveitem para conhecer a nova página sobre Yôga para crianças dos 6 aos 12 anos.

Casa do Yôga
Rua Bernardo Sequeira, 157
4710-015 Braga
Site: http://www.yogabraga.com
Blog: swasthyayogabraga.com/
Facebook: http://www.facebook.com/casadoyogabraga/

Em Setembro…

Em Setembro inicia-se um novo ciclo, é uma espécie de Ano Novo, depois das férias é um recomeçar.

E então para iniciar esta época de planos e renovações, sugerimos que pegues no teu “moleskine” e na tua caneta favorita e escrevas tudo aquilo que vais querer fazer neste novo ciclo. Nós ajudamos e deixamos algumas sugestões de coisas para fazeres nos próximos tempos.

  1. Praticar muito Yôga

A Casa do Yôga é o sítio perfeito para dedicares algum tempo a ti, ao auto-conhecimento, ao trabalho do corpo, à força, ao equilíbrio, à flexibilidade, à construção de novas amizades.

Procura praticar bastante, tens à disposição as aulas regulares e as actividades suplementares.

O nosso espaço é um lugar para estar, para conviver. Por isso, procura chegar antes do horário da tua aula e desfruta da sala de estar, da pequena biblioteca, do chá e das bolachas de canela.  Participa dos momentos de convívio antes e depois das aulas, aprende, evolui e partilha com os teus colegas e o teu instrutor. Partilhar é o nosso mantra!

 

      2. Sat chakra – círculo de mentalização e convívio

Como estamos todos com saudades uns dos outros, em setembro, o sat chakra vai ser logo no início do mês. Este é sempre um momento muito aguardado de convívio e partilha de experiências.

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      3. Concurso de fotografia

Estamos a receber fotografias até ao final do mês. Se já não te lembras das regras do concurso vê aqui.

    4. Do Yôga. Be Happy

Não podemos, não devemos, ser felizes só nas férias ou no fim-de-semana. Por isso, “Do Yôga, Be Happy”.

Actualizações diárias no Facebook e no Instagram.

Aviso

Relembramos a todos os amigos e alunos que o nosso telefone fixo (253 611 368) foi desactivado.

telefone

Se desejarem contactar a Casa do Yôga façam-no através dos seguintes meios:

Morada: Rua Bernardo Sequeira, 157 – 4715-010 Braga

Telemóvel: 938 321 482 ou 962 779 039

email: escola@yogabraga.com

Horário para visita: segunda a sexta, das 11h às 13 e das 15h  às 20h

 

Aula aberta de Yôga para crianças

Sábado, dia 28 de Abril realiza-se a primeira aula aberta de Yôga para crianças na Casa do Yôga.

Será uma aula especial a pensar nos mais pequenos, com uma abordagem às técnicas do Yôga antigo descontraída e adaptada às idades das crianças.
Com recurso a técnicas que desenvolvem as aptidões cognitivas, com estímulo da concentração e da criatividade, com jogos pedagógicos e técnicas corporais do Yôga realizadas em grupo ou em pares para incentivar o espírito de entreajuda e as aptidões sociais.
Enquanto se divertem, as crianças desenvolvem um corpo mais forte, flexível e saudável e preparam-se para se tornaram adultos mais felizes e realizados.

Inscreva-se nesta aventura através dos contactos:
93 832 1482
escola@yogabraga.com

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O Yôga e o corpo

UM POUCO DE HISTÓRIA

 

A proposta deste texto é falar sobre a parte corporal do Yôga, o ásana. O Yôga é uma filosofia de vida que tem como objetivo o autoconhecimento. Para alcançar essa meta, o Yôga dispõe de uma variedade de técnicas que vão desde exercícios com as mãos (mudrás) até meditação (samyama), podemos também citar os respiratórios (pranáyámás), vocalização de sons e ultra-sons (mantras) e a técnica corporal (ásana), a qual iremos abordar. Cada uma dessas técnicas atua em diferentes áreas do ser humano a fim de que ele possa ampliar sua capacidade de auto observação e ganhar mais energia vital para realizar seus objetivos.
O Yôga possui mais de 5000 anos. Surgiu no noroeste da Índia numa região chamada hoje de Vale do Indo. A civilização que habitou esse lugar passou praticamente despercebida pela História e só foi revelada ao mundo no final do século XIX, quando o arqueólogo inglês Alexander Cunningham começou a investigar umas ruÍnas em 1873. Por acaso, ele observou que funcionários de uma ferrovia estavam buscando tijolos em um terreno baldio para calçar os trilhos dos trens. Perguntou de onde eles estavam tirando aqueles tijolos e descobriu uma cidade inteira abaixo da terra. Depois disso, vários outros sítios arqueológicos foram sendo descobertos próximo a essa região, tais como Mohenjo-Dharo, Harrapa, Lothal etc.
Pois foi nessa civilização extremamente avançada, que nasceu o Yôga. Alexander desvendou cidades planejadas com ruas construídas respeitando a direção dos ventos, casas de dois andares para os habitantes e locais de administração pública bastante simples (diferente das construções suntuosas da época como Egito e Mesopotâmia). Haviam grandes banhos públicos onde os habitantes se refrescavam nos dias de calor escaldante. Além disso, os esgotos eram fechados e ainda funcionavam quando ele testou. Encontrou também materiais cirúrgicos avançados, brinquedos de crianças com cabelo implantado, enfim uma civilização que primava pelo bem estar do povo e não apenas dos superiores hierárquicos como acontece até os dias de hoje.
Em Harrapa e Mohenjo Dharo, foram encontrados desenhos de pessoas meditando o que deixou clara a existência do Yôga nesta população.
Essa preocupação com o bem-estar, já mostra uma característica muito importante do ásana.
Quando o yôgin começa a fazer uma posição é muito importante que ele se sinta bem executando-a, pois no Yôga valoriza-se a permanência e é muito difícil permanecer muito tempo se você não está se sentindo bem na posição. Da permanência longa depende a evolução na execução, ganhando-se alongamento, força e flexibilidade e também a ampliação a capacidade de auto-observação já citada como um dos objetivos da prática.
Mencionei também os respiratórios (pránáyámas) que podem ser praticados a parte, em qualquer posição sentada, ou dentro do ásana. A respiração é uma das ferramentas mais importantes do Yôga. Com ela, consegue-se atuar na melhor administração do emocional e na redução do desgaste, seja este físico ou por uma situação de stress. O princípio disso é que assim como o nosso emocional influencia a respiração, podemos fazer o caminho inverso e a partir da respiração também influenciar o emocional. Não significa que você vai parar de sentir ou que nunca ficará cansado, mas o fato é que sempre quando sentimos um stress muito grande ou um cansaço forte o corpo fica se desgastando para se recuperar. Liberando diversas substâncias, nem sempre saudáveis para as células. Essa recuperação poderá ser mais rápida a medida que se controla o processo respiratório. Dentro do ásana a respiração vai contribuir nesses dois sentidos, diminuindo o desgaste físico e permitindo um mergulho maior para dentro de si a medida que se executa a posição.
Além disso, pode-se aplicar vocalizações (mantras), meditações em alguma parte do corpo (samyama) e mentalizações. Tudo isso, amplia a vivência e os efeitos de cada posição.
O QUE AS ANTIGAS ESCRITURAS HINDUS DIZEM DO ÁSANA
Que fique bem claro: não se trata em absoluto de convidar os doutos europeus a praticar Yôga (o que aliás é menos fácil do que dão a entender certos amadores), nem de propor às diversas disciplinas ocidentais que aplique métodos do Yôga ou adotem sua ideologia.
Uma possibilidade que nos parece bem mais fecunda é estudar o mais atentamente possível os resultados obtidos por tais métodos de investigação da psique.
Assim, abre-se ao pesquisador europeu toda uma experiência imemorial referente ao comportamento humano em geral.
Seria imprudência não se tirar proveito disso.
Mircea Eliade, Yôga Imortalidade e liberdade.

Os antigos sábios hindus gostavam de começar suas explanações definindo o que entendiam pelo assunto que iriam abordar. Seguindo seu exemplo, vou começar pela definição de Yôga mais clássica que existe, feita por Pátañjali um importante mestre que viveu na Índia no século III A.C. Pátãnjali tem uma importância muito grande dentro da história desta filosofia pois ele foi o primeiro a escrever um livro falando somente desta prática, o famoso Yôga Sútra. Este livro é escrito em aforismos, frases concisas repletas de conhecimento, começando desta forma.
I – 1 Agora o conhecimento do Yôga
I – 2 Yôga é a supressão da instabilidade da consciência
Então para o Yôga o importante é reduzir todas as formas de instabilidade, sejam elas físicas, emocionais ou mentais para que a consciência em sua forma mais limpa possa ser vislumbrada. Esse processo vai sendo conquistado de diferentes formas, os yôgins aprendem a direcionar sua atenção ora para um som (mantras) ora para a respiração (pránáyáma), ora para uma única imagem (samyama) ou para o corpo (ásana) e neste último ponto que começa o nosso trabalho.
O corpo é portanto, uma importante ferramenta para que o yôga atinja sua meta.
leia o resto aqui: Assim falou De Nardi