Surya Namaskar – Saudação ao sol

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A prática de Yoga

“A palavra Yoga significa união, estar unido, conectado, estar uno, estar inteiro. Fará com que se sinta abençoado, leve, feliz, alegre, saudável, forte, límpido, especialmente na mente, algo como clareza mental.

Através da manipulação do seu corpo, exercitando o seu corpo, e respirando profundamente, você pode conseguir um equilíbrio e um alinhamento físico que afectam a mente. Então existe uma paz e uma calma na mente as quais afectam também as emoções …”

Asteya

Asteya decorre do entendimento de que toda a apropriação indevida é uma expressão de um sentimento de falta. E esse sentimento de falta geralmente vem de uma crença de que a nossa felicidade depende de circunstâncias externas e bens materiais. Nos países industrializados ocidentais a satisfação pode estar condicionada a tantos termos e condições improváveis que não é incomum as pessoas gastarem o seu  tempo à espera de uma vida melhor, e a imaginar que outros (que possuem o que nós não temos) têm essa vida melhor. Nesta constantemente busca de satisfação fora de nós mesmos, somos menos capazes de apreciar a abundância que já existe. Isso é o que realmente importa – a nossa saúde e as riquezas da nossa vida interior e a alegria e amor que somos capazes de dar e receber. Torna-se difícil perceber que temos água quente corrente, quando tudo o que nos permitimos pensar é se as nossas toalhas são coordenados por cores. Como podemos apreciar a nossa boa sorte em ter comida suficiente para comer quando desejamos poder  dar-nos ao luxo de comer fora mais vezes?

A prática de asteya  pede-nos para termos o cuidado de não tomar qualquer coisa que não nos tenha sido dada livremente. Isto pode ser tão subtil quanto perguntar se alguém está livre para falar connosco ao telefone antes de nos lançarmos num discurso inflamado sobre os nossos problemas. Ou reservar as nossas perguntas depois de uma aula para outra altura, em vez de acumular a atenção de um professor muito depois do seu horário de trabalho. Ao tomar de alguém o seu tempo que pode não nos ter sido dado livremente, estamos, na realidade, a roubar. O paradoxo de praticar asteya é que quando nos relacionamos com os outros do ponto de vista da abundância em vez de carência, nós achamos que os outros são mais generosos connosco e que a vida também o é. […]

Não roubar exige  que cultivemos um certo nível de auto-suficiência na nossa vida para que não exijamos mais do que precisamos dos outros, da nossa família, ou da nossa comunidade. Significa que nós não ficamos com mais do que  que precisamos, porque isso significa tirar dos outros. Uma maneira útil de praticar asteya quando nos encontramos  presos aos pensamentos do tipo  “não possuo” é perguntar: “Como que é esta atitude me impede de aproveitar as coisas que eu já tenho?”. Outra maneira de promover essa sensação de abundância é ter todos os dias um momento antes de ir dormir para nos debruçarmos sobre pelo menos uma dádiva na nossa vida. Pode ser a dádiva de ter um parceiro amoroso ou animal de estimação leal, a graça de ter uma boa saúde, ou o prazer de ter um jardim.

In the end, only three things matter-

Tradução livre de um texto da Professora Donna Farhi

O Yoga no mundo do futebol

As palavras de Rui Patrício sobre a sua prática de Yoga:

” A primeira melhoria que notei foi na postura. Trabalho o equilíbrio, a concentração, a flexibilidade e a estabilidade, que são muito importantes na minha profissão. Ao contrário do que possa pensar-se, esta prática pode aliar um trabalho de força que ajuda a prevenir lesões e a sentirmo-nos melhor a todos os níveis”.

Foto de Casa do Yôga.

Yôga e transformação

Na Casa do Yôga ensinamos um Yôga antigo para pessoas que vivem num mundo moderno. Aqui os seus valores e crenças são respeitados. Ninguém é obrigado a converter-se ou a abandonar  as suas crenças. Não tens que te tornar vegetariano, nem tens que abandonar as coisas de que gostas. Aqui ensinamos que a verdadeira transformação acontece dentro de ti, com as ferramentas de que já dispões!

A nossa prática é forte, dinâmica, criativa  e transformadora!

De onde vêm as transformações que o Yôga proporciona? Se eu colocar o pé na cabeça ou a testa no chão, a minha vida melhora?

As mudanças não acontecem pela flexibilidade, força ou permanência numa técnica corporal. Afinal qualquer dançarino, ginasta ou acrobata faz essas coisas. Não é a técnica em si que me transforma, mas a abordagem, a maneira como utilizo o meu tempo e a minha mente durante a prática de Yôga. Aquelas técnicas que me são difíceis, às vezes um pouco desconfortáveis e até desafiadoras ajudam-me a perceber quem eu sou, como eu reajo às dificuldades, para onde vai a minha atenção etc..

A transformação não vem do facto de colocar o pé na cabeça ou a testa no chão, vem sim da nova atitude emocional perante as dificuldades e os problemas.

Ahimsá

Ahimsá é geralmente traduzido como não-violência, mas esse preceito vai muito para além do sentido penal limitado de não matar os outros. Em primeiro lugar, temos de aprender a ser não-violentos para connosco. Se formos capazes de reproduzir as observações e julgamentos muitas vezes rudes, inúteis e destrutivos que fazemos silenciosamente  a nós mesmos num determinado dia, isso pode nos dar uma ideia da enormidade do desafio de auto-aceitação. Se estivéssemos a verbalizar esses pensamentos em voz alta para outra pessoa, iríamos perceber como muitas vezes somos verdadeiramente violentos e  devastadores connosco. Na verdade, poucos de nós se atreveriam a ser tão cruéis com os outros como somos para nós mesmos. Isso pode ser tão subtil quanto a crítica do nosso corpo quando olhamos no espelho de manhã, ou quando nós denegrimos os nossos melhores esforços. Qualquer pensamento, palavra ou acção que nos (ou a outra pessoa) impede de crescer e viver livremente é aquele que é prejudicial.

Estender essa compaixão para com todos os seres vivos depende do nosso reconhecimento da unidade subjacente de todos os seres sencientes. Quando começamos a reconhecer que os córregos e rios da terra não são diferentes do sangue que corre através das nossas artérias, torna-se difícil ficar indiferente ao sofrimento do mundo. Naturalmente damos por nós a querer proteger todas as coisas vivas. Torna-se difícil para nós atirar uma lata num rio ou esculpir os nossos nomes na casca de uma árvore, pois cada acto seria um acto de violência em relação a nós mesmos. Cultivar uma atitude e modo de comportamento não violento não significa que não iremos sentir emoções como raiva, ciúme ou ódio. Aprender a ver tudo através dos olhos da compaixão exige que olhemos para  esses aspectos do nosso eu com aceitação. Paradoxalmente, quando acolhemos os nossos sentimentos de raiva, ciúme ou ódio, em vez de vê-los como sinais do nosso fracasso espiritual, podemos começar a entender as causas destes sentimentos e ir além deles. Ao chegar perto o suficiente  das nossas próprias tendências violentas, podemos começar a entender as suas causas e aprender a conter estas energias para o nosso próprio bem-estar e para a protecção dos outros. Debaixo desses sentimentos descobrimos um desejo muito mais forte que todos nós compartilhamos – ser amados. É impossível chegar a esse entendimento mais profundo se ignorarmos o trabalho duro de enfrentar os nossos demónios interiores.

Ao considerar ahimsá é útil perguntar – irão os meus pensamentos, acções e obras fomentar o crescimento e bem-estar de todos os seres?

Tradução livre de um texto da Professora Donna Farhi

Ahimsá Peace in oneselfPeace in the world

Dia Aberto :: Yôga & Meditação

Yôga & Meditação – A tua primeira experiência

A Casa do Yôga está a organizar um dia aberto inteiramente dedicado a quem nunca praticou Yôga & Meditação e deseja conhecer o nosso trabalho na área.

Programa:
9h50 Recepção dos participantes
10h00 Aula de Yôga para crianças dos 6 aos 12 anos.

16h00 Recepção dos participantes
16h30 Prática de Yôga & meditação (adultos)
17h30 Ritual do chá
17h45 Yôga para famílias
18h30 Encerramento

O dia aberto é gratuito, no entanto é necessária inscrição para reservar vaga. Poderá inscrever-se em uma ou várias actividades.

Inscrições: escola@yogabraga.com ou 938 321 482

Yôga para crianças dos 6 aos 12 anos

O Yôga para crianças, aborda vários elementos do Yôga tais com técnicas corporais, respiratórias, descontração, meditação e visualizações criativas adaptadas às crianças que têm repercussões positivas tanto a nível físico, como mental e emocional.
A prática regular promove o relaxamento e a concentração, estimula a coordenação motora, a flexibilidade e força muscular, desenvolve bons padrões respiratórios auxiliando no combate da ansiedade e do stress e incentiva a consciência grupal e cooperação.


Prática de Yôga & Meditação (adultos)

É uma aula especialmente preparada para quem nunca praticou Yôga & Meditação. Nesta aula de 55 minutos vão poder conhecer as seguintes técnicas:

– exercícios respiratórios
– técnicas de limpeza orgânica
– técnicas corporais
– exercícios de descontração
– exercícios de preparação para a meditação

Ritual do Chá
O ritual do chá é algo que faz parte do nosso espaço há já muitos anos. É o momento para saborear um chá ou um chai (chá indiano de especiarias), mas é principalmente um momento de partilha da nossa aprendizagem e evolução nesta maravilhosa viagem de auto-descoberta que é o Yôga.

Yôga para famílias (crianças dos 6 aos 12 anos)

Aula especial para famílias, onde um adulto e uma criança executam técnicas de Yôga em dupla que estimulam a união e a confiança entre ambos, enquanto aprendem a respirar melhor, a desenvolver um corpo mais forte, flexível e saudável. Um verdadeiro momento de partilha, amor e diversão.

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