Yôga é evolução

Muitos chegam à primeira aula de Yôga e trazem na mente a imagem típica de um yôgin sentado tranquilamente a meditar com um leve ar de sorriso no rosto. A representação perfeita da definição de Yôga contida nos Yôga Sutras: chitta vritti nirodhah, uma mente sem flutuações.

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Mas logo se deparam com outra realidade: ao seu lado um monte de gente em posições estranhas, o corpo a reclamar de desconforto, o professor que diz para respirarmos e a dificuldade em fazê-lo…

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Quando finalmente sentamos, descobrimos que esvaziar a mente parece impossível. Os problemas no trabalho, as coisas para fazer em casa, as contas, os filhos, o que fazer para o jantar… Os pensamentos voam, num fluxo tumultuado, sem controle. Então, a tal da mente sem flutuações parece apenas uma piada!

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Mas à medida que o Yôga toma conta de nossa vida, e que nos dedicamos mais e mais, que a disciplina se torna natural e nosso corpo se vai desintoxicando, também a nossa mente parece ficar mais leve e clara. Damos por nós a reagir melhor às situações do quotidiano, a lidar mais facilmente com as emoções e com a impermanência da vida. E sim, meditar tornar-se cada vez mais fácil e agradável. O Yôga passa a ser o “nosso momento”!

tu és..Para obter resultados, é preciso tempo e dedicação! Mas todos podem lá chegar.

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