Meditação VI

Meditação no instante entre a inspiração e a expiração

Com as pernas cruzadas, sente-se confortavelmente e posicione as mãos em Shiva mudrá. Contemple o corpo estável, com os olhos fechados, as costas erectas e a musculatura descontraída. Usufrua desta condição de quietude física, emocional e mental. Expanda a em sua consciência.

Projecte um sorriso quase imperceptível, como reflexo deste estado tão constante e agradável.

Acompanhe o ininterrupto fluxo dos pensamentos, que a prática da meditação visa a suspender. É um oceano de pensamentos. Observe-os sem se identificar com eles. Deixe-os ir e vir. Contemple-os. Progressivamente, torne o fluxo dos pensamentos mais e mais lento.

A sua atenção agora volta-se para a respiração. O inspirar e o expirar são tão suaves que não se ouve o contacto do ar nas narinas. Este instante é menor que um segundo. Evite interferir no ritmo respiratório. Ele é o mais natural possível. Você apenas aplica vigília sobre a cadência do alento.

Permaneça então com a sua consciência no hiato de tempo que dura o intervalo entre o inspirar e o expirar. Ele é subtil, mas você, como um caçador obstinado, busca e traz para a consciência esta lacuna entre a inalação e exalação. Atente para este intervalo temporal. Concentre-se.

Adaptado de um testo do Professor Joris Marengo

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