Práticas para o dia-a-dia I

A primeira coisa do dia deve ser a meditação, ainda que curta.

Sente-se, de preferência com as pernas cruzadas em algum ásana de meditação. Costas erectas, olhos fechados.

Antes de mais nada, procure recordar-se do que sonhou. No início as lembranças são nebulosas. Depois, à medida que se for adestrando no exercício, as imagens tornam-se mais claras, até que conseguirá lembrar-se de tudo o que vivenciou desde que começou a dormir até ao momento em que acordou. Tente compreender seus simbolismos oníricos e aprender com o seu próprio inconsciente. Isso é importante para o autoconhecimento.

Com o passar do tempo, você poderá desenvolver a capacidade de manter a lucidez ininterrupta, 24 horas por dia, inclusive durante o sono.

Um sector do cérebro dorme e o outro observa o que aflui das áreas subjectivas da sua consciência. Nesse espaço de tempo, o praticante pode trabalhar em projectos artísticos, intelectuais e outros. E pode, ainda, praticar meditação, mesmo com o corpo adormecido, para explorar a intuição linear.

Terminado o exercício de recordação da fase de sono, pratique qualquer técnica de meditação durante um mínimo de cinco, uma média de 20 e um máximo de 30 minutos. Se estiver sem tempo, medite um minuto, mas não deixe de fazer o seu exercício.

Shiva-Mudrá

Adaptado do livro Tratado de Yôga, do Mestre DeRose.

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